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- Christine Marie C.Poletto
- Brazil
- Advogada, formada em Direito pela Faculdade de Direito de Joinville/Associação Catarinense de Ensino, na cidade de Joinville, Santa Catarina. Inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional de Santa Catarina, sob o n. 43465. Pós graduada em Direito Processual Civil pela Faculdade Damásio, com título de especialista em Direito Processual Civil (Lato sensu). Pós graduanda em Direito negocial e imobiliário pela Escola Brasileira de Direito - EBRADI. Atua como advogada na área cível em geral e presta serviços de consultoria jurídica para pessoas físicas e jurídicas dos mais diversos ramos de atividades.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
A hipocrisia de responsabilizar Deus (por Marcelo Ferrari)
"Por que deus não resolve num big-click o que ele mesmo começou num big-bang? Afinal, deus é onipotente ou não é? Se é, está esperando o que? Será que na onisciência não passa o telejornal humano? Minha resposta é tão simples que parece mentira. Deus não faz nada por nós porque deus é nós. Coletivo de peixe é cardume. Coletivo de cidadão é povo. Coletivo de eu é d-eus. Deus é d-eus. É por isto que deus nunca irá fazer nada por nós. D-eus é coletividade. Aposentamos nossa responsabilidade numa palavra e estamos esperando esta palavra descer dos céus e fazer o que não temos coragem: assumir a responsabilidade por nosso comportamento e nossa realidade. Nossa realidade é nossa sonata, resultado do nosso comportamento sobre o piano coletivo. Se atualmente é samba de uma nota só, é porque insistimos em apertar a mesma tecla. Se mudamos nosso comportamento, mudamos a música (realidade). Mas que "nota só" é esta que temos perpetuado? É esperar que algum deus nos resolva. E qual é a outra opção? Resolvermos d-eus."
(Marcelo Ferrari)
domingo, 10 de julho de 2011
Não se preocupe com nada em relação aos outros (Osh♥)
Não se preocupe com coisa alguma com relação aos outros. Mas isso é o que você continua fazendo. Noventa e nove por cento das coisas que você pensa estão relacionadas com os outros.
Abandone-as, e faça isso imediatamente! Sua vida é curta e sua vida está escapulindo pelas suas mãos. A cada momento você é menos, a cada dia você é menos, e a cada dia você está menos vivo e mais morto! Cada aniversário do nascimento é um dia morto, mais um ano se passou pelas suas mãos.
Seja um pouco mais inteligente. Não se preocupe com nada em relação aos outros. Dê prioridade para lidar com o problema que for maior. Gurdjieff costumava dizer para seus discípulos – a primeira coisa, a primeira coisa mesmo, “Descubra qual é a sua principal característica, seu maior problema, sua característica central da inconsciência”.
Em cada um é diferente. Alguém é sexualmente obcecado. Num pais como a Índia, onde por séculos o sexo tem sido reprimido, isso se tornou quase que uma característica universal; todos são obcecados pelo sexo. Alguém é obcecado pela raiva e outro é obcecado pela ambição.
Você precisa observar qual é a sua obsessão básica. Primeiro encontre a principal característica sobre a qual repousa todo o edifício de seu ego. E depois permaneça constantemente cônscio disso porque isso só pode existir se você estiver desatento. Isso é automaticamente dissolvido no fogo da consciência.
E lembre-se, lembre-se sempre, que não é para você cultivar o oposto disso. Senão, o que acontece é que a pessoa se torna consciente de que, ‘Minha obsessão é a raiva, que devo fazer então? Devo cultivar a compaixão’. ‘Minha obsessão é sexo, que devo fazer então? Devo praticar brahmacharya, o celibato.
As pessoas se movem de uma coisa para o seu oposto. Esse não é o caminho da transformação. É o mesmo pêndulo, movendo-se da esquerda para a direita, da direita para a esquerda. E é assim que sua vida tem estado se movendo por séculos; é o mesmo pêndulo.
O pêndulo precisa parar no meio. E esse é o milagre da conscientização. Apenas fique cônscio de que, ‘Essa é a principal armadilha, esse é o lugar onde sempre tropeço, essa é a raiz da minha inconsciência’. Não tente cultivar o oposto disso, mas derrame toda sua consciência nisso.
Crie uma grande fogueira de consciência e isso será queimado. E assim o pêndulo para no meio. E com a parada do pêndulo, o tempo cessa. Você subitamente penetra no mundo da intemporalidade, imortalidade, eternidade.
Fonte: palavrasdeosho.com
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
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"A iluminação acontece quando acontece: não podemos ordená-la, não podemos provocá-la... ... Ela vem quando vem. O que quer que façamos pode apenas preparar-nos para recebê-la, para perceber quando ela chega, para reconhecê-la quando se manifesta." Osho

"Primeiro Seja - Relacionar-se é uma das maiores coisas da vida: é amar, compartilhar. Para amar é preciso transbordar de amor e para compartilhar é preciso ter (amor). Quem se relaciona respeita e não possui. A liberdade do outro não é invadida, ele permanece independente. Possuir é destruir todas as possibilidades de se relacionar. Relacionar é um processo. Relacionamento é diferente de relacionar-se: é completo, fixo, morto. Antes devemos nos relacionar conosco mesmos e escutar o coração para a vida ir além do intelecto, da lógica, da dialética e das discriminações. É bom evitar substantivos e enfatizar os verbos. A vida é feita de verbos: amar, cantar, dançar, relacionar, viver." Osho